sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Um pouco de desesperança

Por Samuel

Rompe o ato silêncioso
O ranger dos dentes
Os cegos demonstram sua dementia
com seus arroubos de carma e cólera
Como aquilo que se arrebenta nas pedras
tortuosas de um litoral famélico qualquer
Como agua e fogo que queima nossos olhos
Tudo está escuro, longo escrutinio e seu rosário de cores escuras
A cinza e pó, os cretinos louvam a ignorância!!
O sagrado e o profano dançam abraçados no ritual macabro da desesperança
Estamos muito longe do alívio e tudo é dor

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