Por Samuel de Jesus
O arco iris em que todas as cores se congregam no multiplo espelho em que nos refletimos, assim como os rejeitos dos roxos sacos de supermercado de espectro azulado conservadores e eretos. As sombras pairam e a alegria some; o rotundo está a mostra, é o olho que condena à homogeneização, o mais daquele mesmo que estamos cansados, os sons que deveriam ser ouvidos e compreendidos, a dupla face que não queremos compreender e nem aceitar, as imposições que fazemos ao corpo alheio querendo que ele faça o que fazemos, é a ditadura, invariavelmente de uma forma ou outra.
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